Terça-feira, Janeiro 20, 2009
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24 Comments:
Acho que sim. Definitivamente, sim.
Digo que sim, ou talvez.
O branco do caderno confirma o silêncio e a insónia.
abraço
Situação quando má, condição quando boa.
Por vezes precisamos mesmo do nosso espaço, do nosso silêncio, da nossa concha - esta foi bem metida! :)
Há quem diga que no princípio e no fim de tudo estamos sozinhos. Se calhar é mesmo assim.
Jinhos.
sinto-me terrivelmente tentada a dizer...
que sim!
um beijo.
esse filme é tão, tão bonito, que chega a doer. tenho-o comigo, já perdi as vezes que o vi, depois de o ver no cinema.
sobre a solidão: há solidões que, às vezes, adormecem solidões iguais a ela, que acham. há solidões que são braços.
muito bonita, a composição. :)
[a da concha foi muito bem metida, joana. :D]
Pronto, pronto...
anda cá, que eu dou colinho!
uuuuupa!!
"É então que me pergunto o que vem a ser o meu talento, e descubro que não passa de uma forma de me consolar da solidão. Risível consolo que apenas torna cinco vezes mais pesada a solidão."
S.D.
uma condição. inevitavelmente sós.
SIM!
por vezes levamos uma vida inteira a fingir que não. fingimos para os outros e para NÓS...
Esta mensagem foi removida pelo autor.
as palavras riscadas são este som dos dedos no papel? a insónia nasce nos cadernos dos poetas, sempre. é a partir dela que a noite mói a palavra. acrescenta a pele um tom de canela e dor. só assim os cadernos dos poetas se tornam "esboços de ficção para uma noite real".
love you!
à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele à pele
L’impermanence
Pessoalmente...sim
(demasiado lost in translation...por vezes acontece)
;)
sono rasurado
(lynch por companhia
e às vezes não adormeço)??
bjs
paula
A foto colada, nesta imagem parece um buraco, uma abertura na parede da folha, dá a sensação que está no lado de lá e não do lado de cá. É como as personagens do Lost in Translation. Onde estão aquelas pessoas? Espera... ah, não, não era ela a tocar agora mesmo a campaínha à minha porta. Era um gajo que disse: pubicidáji. Entre lá, respondi eu, e voltei para aqui.
demasiado...
lost in translation!
beijo.
nunca enquanto tive a minha compenheira me senti só.
sinto-me, agora sim, só e desamparado.
Ernesto, o avô
Quando passar a ser condição (no meu caso), prefiro partir
beijos
ruído;
Stay Tuned
por Robert Wyatt
Isso vai muito de encontro à tal ideia de que fazemos parte de um todo. já acreditei muito mais nisso, no conceito de universalidade, de complementaridade, de amor e união pelo próximo, de big picture. a big picture é que andamos todos too much lost with so less translations of it. e todos fodidos. andamos todos fodidos.
raramente digo estas coisas.
hoje abri uma excepção.
estar a falar com a A.L. durante horas dá nisto.
:)
beijos João
agora que gastou o dinheiro do estado no scanner há que lhe dar bom uso! a diferença é que o funcionário público não o saberia usar como tu... vá, é um elogio...eu nao sou destas coisas!
[RISOS]
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